O turismo é o setor de maior e mais estável crescimento da economia mundial, emprega 204 milhões de pessoas (10% dos trabalhadores do planeta), sua taxa de crescimento supera a do PIB mundial e contribui com 6% dos impostos pagos; o setor deve crescer 7,5% a.a. nos próximos 10 anos, movimentando cerca de U$ 3,4 trilhões (10,9% do PIB mundial). Gestour, 28/04/2005
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Perspectivas do Mercado Hoteleiro e Residencial Turístico Brasileiro
Posted by Webmaster on outubro 20, 2005 | Comentários desativadosPorque Investir em Turismo
Posted by Webmaster on setembro 20, 2005 | Comentários desativadosPraias paradisíacas, ecologia, clima agradável, ausência de terrorismo, diferença cambial, têm sido alguns dos diferenciais na consagração do Brasil como destino turístico, frente à competição global, especialmente para os europeus, apesar das alternativas em todos os continentes.
A vocação de nosso país para o turismo vem sendo enaltecida, através dos 8,5mil quilômetros de praias, dos fartos campos, matas e montanhas, do povo acolhedor e pacifico, da culinária exótica, da miscigenação de raças, do sincretismo religioso, da riqueza e diversidade cultural, entre muitas outras características. O turismo passa a ser meta prioritária a governantes de todas as esferas, a nova fonte de riquezas, que gera empregos, que movimenta 56 atividades diferentes de negócios; é o setor onde mais se emprega mão-de-obra por faturamento gerado, é o setor com os maiores índices de crescimento em todo o mundo.
Planejamentos turísticos vêm sendo desenvolvidos, especialmente nos estados do Nordeste, apoiados em programas de desenvolvimentos e substanciais investimentos em infra-estrutura e capacitação, através do Prodetur.
Novos destinos são descobertos e valorizados, a cada temporada: depois de longa hegemonia do Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu,do Guarujá, de Campos do Jordão e de Búzios, de Angra, Manaus, Salvador, Maceió, Fortaleza, Natal, SãoLuiz, Porto Seguro e Florianópolis, nestes últimos anos surgiram Trancoso, Itacaré, Lençóis Maranhenses, Pipa, PontaNegra, Jericoacoara, Maraú, o ecoturismo de Bonito, dasChapadas,do Pantanal e das várias serras espalhadas por nosso território.
E a força do euro se faz presente: Em Ponta Negra e em Pipa, no Rio Grande do Norte e em Fortaleza e Aquiraz, no Ceará,ouve-se o português de Portugal, e o mais surpreendente:não é apenas dos turistas e dos mega investidores, mas também de proprietários de pousadas, restaurantes, lojas, ou então de aposentados que estão vindo morar por aqui, ganhando em euro e gastando em real…
E na Costa dos Coqueiros, na Bahia, milhares de apartamentos hoteleiros e empreendimentos imobiliários estão sendo construídos por grupos europeus, que, após investirem no Algarve, em Ibiza ou em Marbella, voltam se para o Brasil, como a “expansão natural de seus empreendimentos”.
“O Brasil está na moda”, ouve-se na França, na Itália e na Inglaterra. Em Portugal, participei, no início do mês de Novembro passado, do 7o.Salão Imobiliário de Lisboa, no magnífico Parque das Nações. Os organizadores do evento reservaram um setor equivalente a 25%do espaço da feira, para a exposição de produtos brasileiros, denominado de “Espaço Brasil”. A repercussão foi ótima, a procura intensa: vendeu-se lotes para a construção de casas,bangalôs, apartamentos, casas de médio e alto padrão,imóveis para renda em pequena ou grande escala,etc.
Houve uma seção de palestras e, gentilmente convidado pela Bahiatursa, tive a oportunidade de falar a investidores portugueses sobre o desenvolvimento imobiliário da Costa dos Coqueiros impulsionado pelo turismo, complementando a apresentação da Suinvest Bahia, que mostrou as ações do governo em todo o estado, na estruturação do turismo. A repercussão foi imediata, o interesse de grandes grupos investidores europeus em projetos turístico-imobiliários no Brasil é notável.
Há evolução em todos os segmentos: no turismo de negócios e eventos, quadruplicou o número de empresas que participam de eventos nos últimos dez anos e os centros de eventos de nossos tempos são arrojados, utilizam tecnologia de ponta; no turismo de saúde, com base no conceito de se cuidar do corpo, da mente e do espírito, proliferam os spas, tornando-se alternativa interessante para a ocupação dos hotéis na baixa temporada; no turismo de negócios, em meio à briga pela concorrência, os novos projetos de business hotel oferecem ao hóspede a extensão de sua empresa e de sua casa, em tecnologia e conforto, em produto e serviço; no turismo de lazer, os grandes resorts se espalham por todo o nosso território, oferecendo atividades inéditas, explorando o ecoturismo em todas as suas áreas e novos esportes para os brasileiros, como o golfe, a equitação e atividades náuticas, são incorporados a estes empreendimentos, que buscam,no diferencial de produtos e serviços e na grande diversidade de atividades, surpreender, encantar, conquistar e fidelizar seu cliente. E há muitas outras vertentes, como o turismo rural, o turismo religioso, o turismo histórico e cultural, especialmente o regional; todos em desenvolvimento no extenso, magnífico e rico território brasileiro.
Por fim, como profissional da área e acompanhando de perto todos estes acontecimentos, recomendo o investimento em turismo; esta, sem dúvida é a nossa principal fonte de riquezas, entre tantas que este país produz.
Revista Global Tourism
Consideraciones sobre el Mercado Hotelero en Brasil
Posted by Webmaster on agosto 20, 2005 | Comentários desativadosEl artículo traza un perfil sobre el mercado hotelero brasileño y las principales características de cada destino turístico con números que lo ilustran. (Reporte Inmobiliario, de Argentina – Economía & Real Estate, Mercado Internacional: Inversiones Inmobiliarias y Turismo, 15/08/2005)
El parque hotelero de Brasil cuenta con 9 mil emprendimientos, totalizando 400 mil apartamentos, la mitad en San Pablo y en el Estado de Rio y un 25 % en el Nordeste donde se destaca Bahia.
Nordeste concentra melhores resorts
Posted by Webmaster on julho 20, 2005 | Comentários desativadosAlém do Grupohotel, outros empreendedores da rede hoteleira nacional e estrangeira também estão explorando o potencial da região Nordeste, hoje reconhecida como a que tem os melhores resorts do País. No último Raio X da hotelaria consta que Pernambuco, Bahia e Ceará estão na lista dos Estados que possuem alto percentual de hotéis na categoria tipo A, ou seja, aqueles com maior padrão de qualidade e conforto.
O grupo português Óasis Atlântico – parceiro do maior operador turístico do mundo, o europeu Condor & Neckerman -, escolheu o Nordeste para investir no Brasil e o seu ponto de partida é o Ceará. O Iberostar e Reta Atlântico Investimentos Imobiliários S/A são outros grupos estrangeiros que estão começando a especular o litoral nordestino. Atualmente, 46 redes hoteleiras nacionais e internacionais estão em funcionamento no Nordeste. Somente a rede Accor – número um no ranking das maiores, em 2004, no Raio X da Hotelaria – tem 16 empreendimentos espalhados na região, ou seja, é detentora de 12,69% dos empreendimentos do Nordeste.
Em Pernambuco, especificamente, a Accor opera em dois hotéis – Parthenon Metrópolis e Navegantes (ambos tipo Flat). Existem mais 18 redes, somente no Recife, que estão entre as maiores do Brasil. A Atlântica tem a 3á posição no ranking e está operando em dois hotéis, o Beach Class Suites e o Confort Hotel Ilha do Leite; a Blue Tree, na 4á posição, está no Blue Tree Towers Recife. O Intercontinental (6º lugar) opera no Holiday Inn Recife e o Nacional Inn (7ª posição) com o Nacional Inn Hotel Recife. No Cabo de Santo Agostinho, a Blue Tree está instalada no hotel Blue Tree Park.
O consultor e engenheiro Caio Sérgio Calfat escreveu um artigo onde fala que, em Pernambuco, observa-se um “boom” do desenvolvimento turístico, especialmente ao sul do Recife, nas praias de Cabo de Santo Agostinho, Muro Alto e Porto de Galinhas. Caio cita os empreendimentos consagrados: Blue Tree, Nanai e Summerville, além dos novatos Marulhos Parthenon Resort, da Queiroz Galvão, SuperClubs Breezes da Moura Dubeux, Resort Ipojuca, do grupo português, Ancorar Resort da Acon Construções e os projetos em andamento na casa do governador Jarbas Vasconcelos, que será construído, provavelmente pelo grupo português Espírito Santo.
Para o Nordeste, estão previstos também, de acordo com informações da BSH International, projetos de pequenos resorts diferenciados que procuram um nicho de público mais sofisticados e exigente.
Folha de Pernambuco
25/07/2005
Consultoria: alternativa para minimizar riscos
Posted by Webmaster on julho 20, 2005 | Comentários desativadosA consultoria hoteleira é uma opção para minimizar riscos inerentes a investimentos no setor. Profissionais qualificados fornecem serviços sedimentados em informações, conceitos e práticas do mercado, conhecimentos primordiais para traçar planos e estratégias na implantação, comercialização e operação de meios de hospedagem. (Revista Hotel News, 07/2005)
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Unir esforços pelo Destino Nordeste
Posted by Webmaster on julho 4, 2005 | Comentários desativadosO Nordeste brasileiro, com 50 milhões de habitantes e um PIB de R$ 182 bilhões, é a terceira maior região exportadora e a segunda em investimentos no Brasil. O turismo tem papel importante nesse panorama – oferecendo 3.500 quilômetros de lindas praias, ótimo clima, exuberante natureza, extenso patrimônio cultural, diversificada e sofisticada culinária e povo acolhedor -, e há forte tendência de crescimento, com base nos investimentos de grupos estrangeiros e conseqüente aumento de demanda.
O Prodetur/NE – parceria entre o BNB e o BID – vem possibilitando a construção e recuperação de infra-estrutura urbana e de formação de mão-de-obra nos Estados. Aliando-se essa iniciativa à estabilidade econômica do País e a fatores que vêm ocorrendo nos principais destinos turísticos mundiais, como catástrofes naturais e ações terroristas, foram criadas condições para grandes grupos internacionais decidirem investir no Nordeste brasileiro.
Com isso, os vôos regulares e charters se sucedem e, dos nove Estados da Região, quatro estão em adiantado processo de desenvolvimento turístico, com boa parte das obras de infra-estrutura executadas e dezenas de empreendimentos hoteleiros e turístico-imobiliários: Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Os outros cinco – Alagoas, Paraíba, Sergipe, Maranhão e Piauí – começam a seguir o modelo consagrado por seus vizinhos, com a vantagem de oferecerem a mesma exuberância, a preços mais baixos.
Congressos e feiras imobiliárias e turísticas de Lisboa, Porto, Madri, Barcelona, Milão, Cannes, Londres e Amsterdã, entre outras, apresentam com destaque o Nordeste brasileiro, buscando, de um lado, investidores e empreendedores e, de outro, turistas e compradores de imóveis. Como resultados desses disso e do eficiente trabalho realizado há alguns anos pelo Ministério do Turismo e pela Embratur, 2005 foi o melhor ano da história do turismo brasileiro, com a demanda internacional atingindo 6,8 milhões de desembarques – 5% dos europeus que visitam o Brasil já são proprietários de imóveis e 40% dos imóveis residenciais do Ceará e do Rio Grande do Norte foram vendidos para estrangeiros nos dois últimos anos.
Entretanto, a forma adotada para a apresentação dos destinos nordestinos nos salões imobiliários, em espaços exclusivos a estandes brasileiros, representados por seus Estados e empreendimentos, dispostos aleatoriamente e em dimensões desiguais, passou a provocar forte concorrência interna, desgastes e imensas dificuldades aos visitantes, sejam eles compradores de imóveis “no varejo” ou investidores “no atacado”. Em um primeiro momento, é difícil e desnecessário, para o europeu, identificar as sutis diferenças entre as áreas; o ideal é que ele perceba a força do Destino Nordeste.
Como assíduo freqüentador desses eventos, na qualidade de visitante, palestrante, expositor ou patrocinador, e em conversas com clientes e parceiros que atuam nesses mercados, percebo que a referência de um destino único é o meio mais equilibrado, abrangente e esclarecedor de se mostrar o Nordeste a esse diversificado público.
O Destino Nordeste foi apresentado, de forma pioneira, no NordesteInvest, evento composto por seminário internacional, salão imobiliário-turístico e painel de negócios, que ocorreu em Maceió entre 15 e 17 de março e que terá edições nos próximos anos. E a eficiente fórmula foi comprovada pela qualidade dos participantes e das palestras, dos concorridos estandes e do diálogo entre o empresariado nordestino e os investidores internacionais, no painel de negócios.
A proposta que deixo é a de se unir esforços para oferecer a região como um único grande destino mundial, adotando-se os critérios do Plano Roteiros do Brasil, do Programa de Regionalização do Turismo e contando com a orientação da Fundação CTI-NE – Comissão de Turismo Integrada do Nordeste. Com isso, os Estados ainda em fase de planejamento turístico se beneficiam pelos que estão na dianteira, no que se refere a desenvolvimento, infra-estrutura e promoção para turistas e investidores.
O Estado de São Paulo
04/07/2006
Redes Hoteleiras vendem ativos imobiliários para investir no Brasil
Posted by Webmaster on janeiro 20, 2005 | Comentários desativadosAs redes hoteleiras européias procuram atrair investidores, com a oferta de seus ativos imobiliários, de modo a obter recursos para financiar a expansão para mercados emergentes, como a Ásia e a América do Sul, destacando-se o Brasil. Desta forma, o foco principal da rede hoteleira passa a ser a gestão operacional do empreendimento, de modo a tornar rentável o aluguel do bem imobiliário oferecido ao mercado investidor, separando, assim, os dois negócios.
Da mesma forma, desde meados da década de 1990, os grupos hoteleiros americanos também investem em suas marcas e expertise administrativa, com a oferta de seu ativo imobiliário, uma vez que a venda de franchising de bandeiras hoteleiras e a expertise administrativa de hotéis oferece margens de lucro maiores do que o negócio imobiliário, que exige mais capital, e as ações de empresas como Marriott International e Hilton Hotels Corporation valorizam-se com a mudança de estratégia.
O grupo Accor, por exemplo, vendeu, no início de Março, 72 hotéis na Alemanha e 19 na Holanda (totalizando 12 mil apartamentos), incluindo um projeto de renovação dos mesmos – à ordem de € 43 milhões – para o grupo imobiliário britânico Moor Park Capital Partners LLP por € 863 milhões, com o objetivo de financiar a expansão do grupo para o Brasil, onde já é líder de mercado, operando 133 hotéis.
Com a renovação do parque hoteleiro brasileiro na última década, em destinos de negócios como São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, de lazer como Natal e Fortaleza, ou nos dois segmentos como Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis, Recife; com a entrada de grandes grupos europeus em destinos em formação com projetos turístico-imobiliários, um novo mercado se forma: o investimento em bons hotéis existentes, em variados destinos e de diversas finalidades.
O parque hoteleiro brasileiro é composto de um milhão de apartamentos distribuídos em 18 mil hotéis, 70% dos quais de médio e pequeno porte. Em decorrência desta situação, começa a existir o mercado de comercialização de hotéis no Brasil, como alternativa ao demorado processo de aquisição de terrenos, aprovações, construção e montagem de um novo empreendimento.
Há bons investimentos a se realizar em todo o país, de variados portes: produtos novos em operação ou necessitando revitalização para re-inserção no mercado.
Entretanto, é preciso tomar os devidos cuidados nos setores mercadológico, operacional e jurídico nas análises dos negócios e os prestadores de serviços se profissionalizam para atender a este novo nicho: os consultores hoteleiros para a avaliação dos empreendimentos e elaboração de estudos de mercado e viabilidade econômico-financeira para re-adequação dos produtos, as construtoras na racionalização de obras de revitalização, as empresas de implantação hoteleira na reforma de mobiliário, instalações e equipamentos e, no setor jurídico, é preciso realizar um extenso e cuidadoso levantamento, especialmente nos aspectos fiscais, tributários e trabalhistas.
A avaliação de hotéis, no Brasil e no mundo, é matéria técnica e segue normas bem definidas, estabelecidas por entidades como a A.B.N.T. (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e o I.V.S.C. (International Valuation Standards Committee, do qual o Brasil participa através do IBAPE – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia). É recomendável que qualquer transação de caráter internacional procure atendê-las, devendo ser feita por profissionais qualificados e com experiência na área. A avaliação de hotéis é normalmente feita considerando-os como propriedade especializada, o que leva à determinação de seu valor de mercado pela conciliação de resultados entre o custo de reprodução depreciado e o seu valor econômico como negócio em marcha.
Exemplos muito bem sucedidos como o Praia do Forte Ecoresort, recentemente adquirido pelo Grupo Espírito Santo; o Vila Galé Salvador, originalmente um Holiday Inn; o grupo Pestana que, em Salvador assumiu o Le Méridien e no Rio de Janeiro, o Rio Atlântica, são cada vez mais freqüentes.
Por todos os motivos expostos, tomando os cuidados necessários e apoiando-se em assessoria especializada, este é um novo e sólido mercado que se abre aos investidores europeus.
Costa dos Coqueiros, a Cancun brasileira.
Posted by Webmaster on janeiro 20, 2005 | Comentários desativadosA Costa dos Coqueiros – litoral Norte da Bahia – será o maior pólo hoteleiro da América Latina, resultado de investimentos públicos em infra-estrutura urbana e turística à ordem de US$ 2 bilhões, na promoção do Destino Bahia, ampliação e modernização de aeroportos, construção e duplicação de estradas, treinamento e capacitação de mão-de-obra, que, somadas à riqueza cultural e religiosa da Bahia, sua culinária, beleza de suas praias e matas, acesso fácil e de qualidade, empreendimentos já consagrados na Praia do Forte e Costa do Sauípe e aos projetos envolvendo preservação e valorização do meio-ambiente, despertaram o interesse de vários grupos empreendedores, especialmente portugueses e espanhóis, que realizam significativos investimentos no setor imobiliário e hoteleiro, estimando-se que, em pouco tempo, o parque hoteleiro contará com 20.000 apartamentos e o setor imobiliário-turístico receberá 10.000 novas unidades, entre casas, apartamentos e lotes residenciais e comerciais.
Em Guarajuba, além do português Vila Galé Marés, com 450 unidades, em operação, o grupo espanhol Meliá comprou área para a construção de complexo hoteleiro com três hotéis, totalizando 800 apartamentos.
Na Praia do Forte, o Eco-Resort Praia do Forte foi adquirido pelo grupo português Espírito Santo, controladores dos hotéis Tivoli, que estuda a ampliação do hotel, atualmente com 300 apartamentos. O grupo espanhol Iberostar anunciou a construção do segundo hotel, com 500 apartamentos, somados aos 633 iniciais, além de campo de golfe. O grupo espanhol Riu, parceiro da operadora alemã Tui, adquiriu grande área a norte, onde construirá um hotel com 1.100 apartamentos. Outro grupo espanhol, o H10, conclui os detalhes para a construção de resort com 600 apartamentos e projeto imobiliário. Finalmente, o espanhol Hotéis Playa, da Andaluzia, está a concluir projecto para a construção de 600 unidades e o grupo espanhol Trusan anunciou a construção de dois campos de golfe combinados com projeto imobiliário.
Na Praia de Imbassaí, o grupo português Reta Atlântico, desenvolve há alguns anos empreendimento composto por setor hoteleiro, setor residencial e setor comercial, de serviços e o grupo italiano Oríssio planeja empreendimento de igual porte.
Na Costa do Sauípe, junto aos 1.600 apartamentos hoteleiros dos grupos Marriott, Accor, SuperClubs e Pestana, a Odebrecht vem tendo sucesso na comercialização de sucessivos empreendimentos imobiliários – Casas do Sauípe, Quintas do Sauípe; e vários outros virão na seqüência.
Todos estes empreendimentos, além de outros a serem desenvolvidos nas praias de Subaúma, Massarandupió, Baixio, Conde, compõem o que será, certamente, o maior destino turístico brasileiro.
Hotéis como investimento imobiliário
Posted by Webmaster on janeiro 20, 2005 | Comentários desativadosA hotelaria surgiu devido à necessidade natural dos viajantes procurarem abrigo, apoio e alimentação durante suas viagens. A primeira notícia sobre a criação de um espaço destinado especificamente à hospedagem vem da Grécia Antiga, no santuário de Olímpia, para a realização dos jogos olímpicos, para os quais foram construídos balneários e hospedaria, para abrigar os visitantes. As termas romanas dispunham de água quente e cômodos para o descanso dos usuários, composto, em grande número, por guerreiros se restabelecendo das batalhas.
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Litoral da Bahia atrai investimento europeu
Posted by Webmaster on janeiro 20, 2005 | Comentários desativadosEmpresa paulista fecha parceira com imobiliária portuguesa para vender projetos e imóveis a estrangeiros. A CJ&N Real Estate Consulting, empresa paulista de consultoria imobiliária, planeja movimentar em torno de R$ 3 milhões em vendas este ano – R$ 1 milhão a mais do que no ano passado -, com a conquista de clientes europeus o que será facilitado pela parceria firmada com empresa portuguesa, Yellow Group, da empresária Maria Cecília Bodas.
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